Ensinando a mirar o xixi - meninos

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Essa é especialmente para mães de meninos. Sabe aquela época que seu pequeno está aprendendo a fazer xixi no vaso? Nem sempre ele lembra, não é? E quando lembra, nem sempre acerta a água e faz aquela meleca na tampa.


Pois eis que seus problemas acabaram. Você sabia que existe uma espécie de brinquedo que estimula o menino a mirar na água? Pois é! É o mira xixi.




O Alvo do xixi é um dispositivo divertido que foi feito para treinar dos meninos. Em contato com a urina, o desenho muda, se transformando em outro!



E ainda alerta para o uso da descarga, pois o desenho inicial só aparece quando a água escorre pelo vaso. Você acha na Kids Factory (www.kidfactory.com.br), por R$15.

E não serve apenas para o início da retirada da fralda não, viu? Meu pequeno tem 5 anos e ainda faz aquela lambança. Já encomendei o meu!

#produtosquefacilitamavida


Bjim,
Cidália

* Este post não é publieditorial 



Como não me esquecer de nenhuma atividade escolar do meu filho?

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Meninas, eu não sei vocês, mas na escola do meu filho é um tal de dia do brinquedo (tem que levar um), dia da natação (tem que ir de sunga, touca, etc), comemorações (tem que ir de roupa branca) e por aí vai.

Claro que com tantos dias é fato que já esqueci de mandar as coisinhas que ele iria precisar. Resultado? Ele não participou da atividade e ainda chegou em casa com a maior cara feia, reclamando porque só ele ficou de fora. E mais uma vez me senti a pior mãe do mundo e devorei uma caixa de chocolate (brigadeirinha... talvez uns 3 ou 4 pedaços, rs).

Então, resolvi tomar uma atitude e desenvolvi um método infalível para nunca mais esquecer de data nenhuma: eu anoto na agenda dele (no dia mesmo) a atividade a ser desenvolvida e o que tenho que mandar em cada uma delas!

Assim:

Agenda do meu pequeno


Anoto tudo: reunião de pais, comemorações, feira literárias, dia de natação, dia de levar suco, aula na quadra (tem que ir de tênis, meu filho adora ir à escola de galocha), aula de inglês (para mandar o livro), tudo, tudo, tudo!
















Normalmente as escolas enviam na agenda as datas de todas as atividades para aquele semestre (exemplo na foto abaixo), então vou lá e marco no dia indicado a atividade que ele fará. Faço isso uma vez por semestre (claro!) e consigo lembrar de tudo.




Pode ser que você já venha fazendo isso, mas para mim foi (mais uma vez) a descoberta da pólvora. Assim, minha memória é de elefante, rs!

Pronto, agora todo mundo vai saber COMO minha memória ' é ótima', kkk...

bjim,
Cidália

Improvisando o banheiro na rua - para meninas

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Essa é para mães de meninas. Você está no meio do parque, supermercado ou do nada e daí sua filha vira pra você e diz: mãe, quero fazer xixi! Paw! Terror e pânico nessa hora, né? Pelo menos comigo era assim.


Como meu mais velho é menino, fiquei meio mal acostumada com isso. Sempre dava para dizer “vai ali na planitinha e faz, meu filho!”. Simples! Mas e como faz com sua menina? Aí não dá...

Dá sim! Claro que você tem um pouco mais de trabalho, mas mesmo assim, na emergência, tem como fazer. Eu uso duas técnicas: a da cadeirinha (que preciso de ajuda) ou levanto-a no colo. A cadeirinha é mais ou menos assim:



Veja que você precisa de duas pessoas e tem que colocar a criança bem no meio, caso contrário você pode ser presenteado com algumas gotinhas de xixi.

Pegar no colo acho mais fácil. No colo mesmo, tipo noiva:



Note que assim dificilmente você irá se molhar e, o melhor, não precisa de ajuda (nem sempre temos, né meninas? rs).

As duas acho que são bem melhores do que a menina ficar de cócoras porque com elas dificilmente o xixi vai escorrer pelas perninhas, o que quase sempre acontece com a posição de cócoras.

Depois é só limpar com aquele lencinho de papel que você já tem no seu kit básico que fica no carro (lembra do post sobre o kit básico que te salvaria em várias situações?) e está tudo pronto.

Confesso que depois que passei a adotar essa prática fico bem mais tranquila quando saio com minha filha. Porque não dependo da limpeza dos banheiros, rs!

Bjim,

Cidália

Minha folga com Bel Pesce

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Oi Meninas, tudo bem?

Hoje quero dividir com vocês a alegria que tive na minha última folguinha de mãe. Deixei as crianças com o maridão e fui ao lançamento do 3º livro da Bel Pesce, da FazINOVA, A menina do Vale - 2.


Eu... tietando, urúuuu!


Sou fã da Bel há muito tempo, desde a época que ela lançou A menina do Vale, especialmente por causa da sua energia e, claro!, da capacidade dessa manina de fazer 30 milhões de coisas a mesmo tempo.

Como tenho dedicado um pouco das minhas leituras à gestão do tempo e à produtividade (pra ver se consigo fazer meus dias e projetos renderem mais) achei bem legal ler os livros. Quando fiquei sabendo que ela viria à Brasília, não pensei duas vezes e me inscrevi na palestra, que foi ótima, recomendo!

O foco dela é no empreendedorismo, e na sua experiência com isso, mas depois que li os livros aproveitei muitas dicas  para minha rotina: como eleger prioridades, foco, organização, etc. 

Ela escreveu: Cidália, vai com tudo! :)


Acho que toda mãe, moderna e atarefada, que não quer deixar seus projetos pessoais de lado por causa da maternidade (e acho que não deve) poderia aprender um pouco sobre o assunto para podermos dar conta de tudo que gostaríamos de fazer (ou pelo menos tentarmos). 

E o melhor, os livros estão disponíveis de graça na net. A Bel é um amor, é isso aí mesmo que vemos nos vídeos. Sou uma grande fã!

Beijos Bel. 


bjim,
Cidália

Como retirei a fralda diurna e noturna da minha filha?

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A retirada da fralda da minha pequena pequena foi bastante tranquila, bem menos trabalhosa que do pequeno (por isso o post é bem curtinho). Acho que menina é mais contida mesmo, sei lá...

Quando ela fez 1,8 anos a escola sugeriu que começássemos o processo, então fomos! 

Como era o mesmo colégio que meu filho as etapas foram as mesmas:


  • 10 calcinhas por dia (50 por semana)
  • mais roupas por dia
  • retirar em casa e não colocar mais

Em umas 2 ou 3 semanas ela não estava mais fazendo xixi na roupa e até já pedia para ir ao banheiro. Mas chegando lá, quase sempre fazia na roupa, não dava tempo de abaixa a roupa. Também faz parte. No caso dela, o cocô foi acompanhou todas as fases do xixi.

Ela também quis me imitar, lemos livros para ela (esse aí), ela via o irmão mais velho fazendo cocô e foi mais rápido até.

Ela pede para ler essa história até hoje, aos 3 aninhos

Mas o que realmente nos pegou de surpresa foi a retirada na fralda noturna, que geralmente leva mais tempo para ser retirada. No segundo ou terceiro dia de fralda diurna ela não aceitou mais a fralda noturna.

No início fiquei assustada porque achei que era cedo demais, que EU podia estar forçando a barra, mas conversei coma psicóloga da escola e ela disse que cada criança tem seu tempo e que o dela poderia ser um pouco mais acelerado mesmo.
É engraçado, quando a criança demora em alguma fase ficamos preocupadas, quando anda rápido demais também! É isso aí.. ser mãe é assim mesmo.

Mas achei interessante registrar isso para dizer para as vocês, mazinhas de filhos apressadinhos, que isso acontece mesmo. Hoje ela tem 3 anos e nenhum trauma com isso. A única coisa que pega é o famoso 'xixi na cama', mas isso é assunto para outro post.

Se você perdeu algum detalhe, sugiro que leia o post da retirada da fralda do meu filho, que aconteceu primeiro e foi diferente, ou seja, tem mais detalhes.

bjim,
Cidália

* Este post não é publieditorial

Como retirei a fralda diurna do meu filho?

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Então, meninas, esse é um tema pra lá de delicado, mas vou contar como foi minha experiência com meu filho mais velho. Faço questão de dizer que é sobre o ´meu filho mais velho e MENINO´, porque tenho um casal e foi muito diferente o processo para os dois. Em breve farei um post sobre as meninas, ok?

Quando meu pequeno tinha 2 anos e 1 mês minha filhota nasceu. Na preparação do mais velho para receber a mais nova, fui conversando com ele e, gradualmente, retirando os itens que eu considerava ´de bebê´, como bico, mamadeira e fralda - pelo menos a diurna. Então, quando ela nasceu ele usava apenas a fralda para dormir.

Como ele já estava na creche, procurei a escola para retirarmos a fralda ao mesmo tempo. Isso lá pelos seus 1,7 anos. Recomendo muito fortemente que seja feito assim porque ter a mesma postura dentro e fora da escola é essencial para não confundir a cabeçinha deles nessa hora de tamanha mudança. ´Por que na escola fico sem fralda e em casa fico com fralda?´. É um raciocínio muito lógico dentro da criança. Essa confusão, de ora poder usar e ora não poder usar a fralda, também pode fazer com que o pequeno leve mais tempo do que a média para retirar a fralda.

Não que haja um tempo determinado, porque não há, cada criança tem seu tempo. Mas, em média, demora cerca de 6 a 7 meses para uma criança largar a fralda diurna (a noturna pode chegar ao dobro do tempo).

Daí a escola me fez duas recomendações: 
  • retire de uma vez só e não coloque mais e
  • coloque 10 cuecas por dia na mochila dele.


Nos primeiros dias, primeiro e segundo, ele saía da creche com fralda, mas só pra não fazer xixi na cadeirinha do carro. Depois disso não colocamos mais... nem para isso. Se alguma vez ele fez xixi na cadeirinha? Claro! Acontece né gente, é super normal. Mas é assim mesmo, faz parte. Minha solução: sempre tinha uma toalha no carro para forrar a cadeirinha em caso de xixi inesperado!

Bom, voltando... RETIRAR DE UMA SÓ VEZ E NÃO COLOCAR MAIS. Isso é bem importante. Conheço mães que durante o processo de retirar da fralda eram convidadas para festas e, para facilitar, colocavam a fralda no pequeno durante o evento. Sei que é realmente mais fácil e prático mesmo, mas ai cai naquela regra de a criança saber ´quando pode e quando não pode´ usar a fralda. 
Nessas fases de transições, a melhor maneira de se minimizar os traumas (ai que dramática) e as dificuldades, ou seja, a melhor maneira de tornar tudo mais fácil para você e seu filho, é manter o padrão. Desse jeito a criança vai saber que não pode mais fazer xixi na roupa hora nenhuma porque hora nenhuma ela estará mais com a fralda. Então, sejam fortes, retirem e não coloquem mais!



Nossa, mas 10 cuecas por dia... 50 cuecas por semana??? É isso aí! Não sei se todas as creches pedem isso, mas achei bem apropriado o pedido depois que o entendi (na primeira vez que ouvi também achei uma quantidade absurda de cuecas).
Isso aconteceu porque nos primeiros dias eles fazem xixi a toda hora mesmo e as professoras precisam trocar a cueca e o short muitas vezes por dia. Nem sempre elas usavam todas as cuecas no dia, mas eu mandava assim mesmo. Outra coisa que percebi é que as várias trocas por dia evitam as assaduras que podem aparecer nesse período (meu filho nunca teve).


Fases do xixi

No comecinho, é xixi pra todos os lados e a toda hora. Pra limpar isso tudo aí comprei panos de chão amarelos para diferenciar dos demais (os daqui de casa são todos branco), só para limpar o xixi. E haja roupa, cueca, paciência e pano de chão. Mas é assim mesmo.

FASE 1 - No início o pequeno vai demorar um tempinho para perceber que fez xixi. Mas isso só dura algumas ´xixizadas´. Ele logo logo percebe que o xixi está escorrendo pela perna e acha a maior graça. Daí você, mãe paciente que é, vai explicando com jeitinho que lugar de fazer xixi e cocô é no vaso. Sei que o cocô vem depois, mas já falava logo dos dois de uma vez só pra não perder a viagem.

Nunca briguei com ele por fazer no tapete, no carro, na minha cama (aconteceu comigo... e mais de uma vez, rs!); nunca disse que ele não sabia de nada, que era bobo; nunca ofendi ou constrangi minha criança, especialmente na frente de outras pessoas, porque acredito que isso possa desencadear uma ´trava´ no processo. O pequeno pode associar sua bronca ao fato de ele estar fazendo xixi e não fato de ele estar fazendo xixi no tapete.

Sempre usei uma frases mais positivas e evitava dizer a palavra não. Mais ou menos assim: 

Dizia ´você esqueceu de pedir para fazer xixi no vaso? Ah, tudo bem, mas da próxima vez você vai lembrar, né?

ao invés de dizer
´mas você fez xixi no meu tapete/carro/cama??? Não pode!!! Tem que fazer no vaso.´

Dizia ´você está aprendendo que lugar de fazer xixi e cocô é no vaso´

ao invés de dizer
´já não te falei que aqui não é lugar de fazer xixi??!!´


Dizia ´está tudo bem´

ao invés de 
´não tem problema´

Parece que não, mas acredito que isso faça uma grande diferença. 

FASE 2- Para você fazer com que ele não ache graça em fazer xixi/cocô na calça, deixe-o mais tempo com a roupa molhada. Mais tempo entende-se: não tire imediatamente na hora em que ele fez xixi, e sim depois de uns 5 minutinhos. Isso porque não é nada agradável ficar com a roupa molhada e ele vai começar a se incomodar e não mais querer repetir aquela situação. E, voalá, vai começar a se lembrar de que tem que pedir para ir ao banheiro. Com meu filho essa fase durou umas 2 semanas.

Redutor ou penico? Também outro assunto que dá pano pra manga. Para não me prolongar (mais, né?) veja aqui o que escrevi sobre isso.

















FASE 3 - Depois disso vem a fase da vergonha. Ele vai ficar constrangido porque fez xixi/cocô na calça e vai querer esconder isso das outras pessoas. Nessa fase é bom não fazer muito alarde quando você perceber que o xixi/cocô escapou. Leve-o para um lugar afastado, limpe-o e converse positivamente dizendo que está tudo bem e que da próxima vez ele vai se lembrar de pedir para ir ao banheiro. 

FASE 4- Agora ela vai começar a pedir algumas vezes e esquecer outras, mas com certeza vai pedir mais do que esquecer por causa da vergonha. Com meu filho, as fases 3 e 4 duraram umas 2 semanas cada uma (elas se misturam).



FASE 5- Depois disso é só alegria. Ele vai saber que sempre tem que pedir para ir ao banheiro. Claro que nem sempre vai dá tempo de chagar lá. Meu pequeno já fez a caminho do banheiro ou assim que abri a tampa do vaso... é assim mesmo até ele ter o controle total dos esfíncteres. Até ele mesmo saber reconhecer os limites de seu corpo.

E quando ele pedia para fazer no vaso, eu fazia a maior festa. Dizia que ele já era um rapaz, que estava orgulhosa, dávamos tchau por xixi/cocô, ensinava ele a dar descarga sozinho, enfim, fazia ele se sentir capaz e realizado por aquela conquista.

Uma dica que sempre dou quando falo sobre esse assunto é a seguinte: diga para o seu filho que o vaso se alimenta de xixi e cocô, que essa é a comida dele e que o pequeno precisa ajudar o vaso a ficar forte, dando xixi e cocô. É simples mas isso dá uma autonomia incrível para a criança, ela se sentirá importante e vai querer ajudar o vaso.

Outra dica é a de não dizer que o cocô é sujo, nojento, fedido ou fazer ´ecaaaaa´. Essa é nossa reação natural (porque ele é tudo isso mesmo), mas imprimir nojo do cocô na criança pode fazer com que ela não queira mais fazê-lo (justamente porque é sujo, nojento e fedido) e acabe prendendo-o. Isso não tem comprovação médica ou científica, é só uma situação empírica que observei ao comparar mães que faziam isso e mães que não faziam. Com meus filhos nunca disse isso, nunca fiz ´fummm - que cocô fedido´ (nem quando eles eram bebês) justamente para quando chegasse no momento da retirada das fraldas eles não tivessem dificuldades. Mas se você não fez isso desde bebê não tem problema, comece agora que ainda dá tempo.

Outra coisa que fizemos e funcionou muitíssimo bem foi comprar livros que explicassem para onde vai o cocô, como é que se faz cocô no vaso, essas coisas... veja aqui o post sobre esses livrinhos. Eles são bons porque apresentam o assunto para a criança, tornando-o mais familiar.

É isso meninas, o post ficou imenso mais acho que nesses casos a riqueza nos detalhes compensa. Ainda vou postar sobre a retirada fralda noturna e minha experiência com minha filha.

Se ainda tiverem perguntas, podem fazer aí nos cometários ou me mandar por e-mail. Vou gostar muito de responder.

bjim,
Cidália.

Lembrem-se de consultar seu pediatra quando achar necessário, ok?

* Este post não é publieditorial.

Programação Cultural - 13/14 set.

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Tem show de mágica? Tem sim senhor!!!

Dica de um programa diferente para fazer com as crianças do fim de semana. Show de Raúl Alegría, ilusionista.




Serviço:

Dias: 13 e 14 de setembro 2014, sábado às 20h e domingo às 19h

Local: Teatro UNIP (913 Sul), Brasília (DF)

Ingressos: Brasília Shopping, Cia Toys e Beline (113 Sul)

Valor: R$ 60,00 (meia). Adultos acompanhados de crianças de até 12 anos também pagam meia entrada.

Informações: (61) 8144-1514


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Rotina

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Essa é uma parte bastante difícil na maternidade. Criar uma rotina não é das tarefas mais fácies, mas mantê-la, hummm.... ai sim que está o verdadeiro desafio. Mas recomendo que você faça uma. Li em algum livro (e me perdoem por não me lembrar do nome: li 18 livros durante a minha primeira gravidez) que rotina é igual a segurança. E pude comprovar isso na prática com minhas crianças. 

Elas se sentem mais seguras simplesmente porque sabem o que vai acontecer. Sabem que depois do almoço virá o banho e a soneca; sabem que depois da soneca virá o lanche e o parquinho, então elas ficam mais sossegadas e menos inquietas. E isso funciona até com as crianças maiores. Quando meu filhos tinha uns 3 anos ele sempre acordava pela manhã e me perguntava: “mamãe, o que eu vou fazer hoje?”. Isso gerava uma ansiedade desnecessária no bichinho. Até que um belo dia fiz um calendário com as atividades que ele iria fazer durante a semana. Esse ai da foto. 

Atividades semanais

Depois disso, ele acorda e vai direto pro calendário ver o que vai fazer em cada dia da semana.

Dica: optei por fazer em formato de figuras (e não escrever natação, escola) porque ele ainda não sabe ler.

Quando eles eram bebês as rotininhas eram essas:


Meio amassadinha, né? :)

Claro que com a chegada do segundo filho as duas rotinas tiveram que ser modificadas. Meu objetivo era deixar os dois com as mesmas tarefas ou atividades nos mesmos horários: mesma hora de ir ao parquinho, mesma hora de lanchar, de dormir, etc. Isso facilitou muito minha vida. Mas no início é bem complicado porque a pequena era um bebê e ele já tinha 2 aninhos. Os horários se igualaram mesmo depois de uns quatro meses.

A rotina também te dá uma organização de vida, sabe? Às vezes, você até consegue abrir uma janela pra ir ao salão fazer a unha ou pintar o cabelo, rs. Claro que cada casa tem seus horários, então adapte-os. Mas faça um esforço e tenha (e mantenha) uma rotina até os, mais ou menos, os 3 anos de idade de cada criança. Muito, né? Mas foi até ai que mantive para os meus e deu certo. Depois de um tempo você já internaliza aquelas ações como seus hábitos diários, ai fica fácil.

Mas não vou mentir: dá muito trabalho. Já deixei de sair porque a festinha era bem na hora da soneca deles, não ia a lugares barulhentos para não irritá-los, não os acordava por nada nesse mundo (acredito que as crianças crescem quando dormem), voltava dos eventos mais cedo para não atrapalhar o horário do sono deles, enfim, só fazia passeios se não fossem alterar a rotina. E sempre cumpri a risca os horários, me chamavam até de general, rs. ‘Me privei’ de muitas coisas, mas com prazer. Não me arrependo.

Também acho importante as crianças fazerem as refeições nos mesmos horários todos os dias, dormirem nos mesmos horários todos os dias. Imagine só se hoje ela dorme às 21h da noite e amanhã você quer que ela durma às 19h porque precisa sair pra uma reunião. Ora, nem sono a pobrezinha vai ter nesse horário. Isso confunde a cabeça e o relógio biológico do pequeno. E quanto mais cedo você imprimir uma rotina no seu pequeno, mais fácil será para ele se acostumar. Essa disciplina ela levará para a vida. E aprendendo desde cedo fica mais fácil, não é mesmo?

E você, o que acha de criar uma rotina para os pequenos?

Espero que tenha gostado.

bjim,
Cidália

Brotoejas: a solução!

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Não sei se vocês conhecem, mas eu tive muita brotoeja quando era pequena. Nasci e me criei em cidade de praia (ow, saudade...) e sempre foi muito quente, como aqui em Brasília.
  
Resultado: meus pequenos também tiveram brotoejas. Hoje mais não, mas uma época era beeemm intenso. Meu filho mais velho mais que minha filha, e sempre no pescoço.

A brotoeja é causada em razão do calor, em áreas do corpo onde há muito contato com a roupa, como o peito, a barriga, o pescoço, a virilha e o bumbum. Quando faz calor, a criança transpira para diminuir a temperatura do corpo. A brotoeja aparece quando o suor entope os poros da pele e fica impedido de sair.



Ela não é perigosa, mas quer dizer que seu pequeno está com calor demais.



Para resolver me disseram para passar cada coisa esquisita: talco líquido, bepantol, lenço umedecido e até maisena... rum! Bom, talco líquido e bepantol (e qualquer outro produto cremoso) não funcionaram (pelo menos para mim) porque eles são um tanto quanto oleosos e, ao passar, você acaba criando uma barreira para o suor evaporar, sabe? Sempre que usava no meu filho, percebia umas gotinhas de água no pescoço dele. Não resolvia.

Lenço umedecido é um dos piores: pelo fato de ele conter um pouco de álcool, coçava ainda mais o pescoço do meu pequeno. A maisena nunca tentei usar.

Me recomendaram também o uso do talco em pó, mas nunca usei... nem nas fraldas. Descobri nas minhas leituras (o que eu li na gravidez) que esse tipo de talco é extremamente perigoso porque possui partículas muito finas que podem ser inaladas por acidente pelo (a) bebê/criança, ficando presas nos pulmões dele. Nú, que medo!
Me disseram também para lavar as roupas apenas com sabão de coco, mas no meu caso não fez diferença.

Para tratar, antes de tudo, refresque bem seu filhote. Afrouxe as roupas, leve-o para um ambiente arejado e à sombra. Em vez de secá-lo com a toalha, deixe a pele secar sozinha. Deixar a criança pelada por algum tempo também pode ajudar.

Mas agora vai a solução total para quem passou por isso: pasta d'água! Sabe o que é? Pergunte a sua avó que ela provavelmente vai saber!

Tentei várias e achei essa perfeita!

É um líquido branco que seca depois de um tempo que você passou na pele. Como ele fica seco (ao contrário dos produtos cremosos e oleosos), a brotoeja vai, com o tempo, criando uma casquinha, como se fosse uma feridinha... sarando mesmo. E depois de um tempo ela seca totalmente. E o melhor é que não coça, pelo contrário, ela proporciona aquela sensação de alívio, sabe? Não sei se há contra indicação no uso (procure sempre seu médico), mas para mim foi um santo remédio. Aliás, o único! Quem me disse da existência desse milagre? Minha mãe. Ela usava em mim quando era pequena. E minha avó usava nela.

Agora preto no branco: Como evitar? Olha não sei... tentei roupas mais leves, tecidos mais leves e diferentes, camisa sem gola (meu filho teve apenas no pescoço), deixava ele mais fresquinho, mas ela sempre voltada. O que segurava mesmo era a pasta d´água, sempre!

Meu pequeno nunca teve febre por causa delas, mas é recomendado procurar um médico caso ela apareça (acima de 39 graus Celsius) ou se a erupção não melhorar depois de três dias.


Bjim, 
Cidália

                                            Lembre-se sempre de consultar seu médico e pediatra, ok?

* Este post não é publieditorial



Agitando: exposição da Barbie e Hot Wheels

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De 4 a 21 de setembro chega a Brasília a exposição Barbie a Bordo e Hot Wheels no Iguatemi.

No circuito Barbie a Bordo as meninas se divertem em um enorme navio cor de rosa, com escotilhas, bandeiras, luzes e uma âncora estilizada que fica pendurada na proa. Dentro das escotilhas uma surpresa é revelada: a exposição de 55 bonecas Barbie em porcelana, da coleção Fashion Model Collection, que celebram os 55 anos da icônica boneca com looks que combinam o luxo e a sofisticação de Barbie e dos cruzeiros.






Para os meninos, o espaço Conexão Hot Wheels traz o cenário de uma cidade que os convida a superar obstáculos e vencer desafios. As crianças são surpreendidas com uma super garagem e uma estante estilizada repleta de carrinhos, onde eles podem escolher até seis modelos para acompanhá-los durante todo o percurso. Ainda há uma estação chamada “Esquentando os motores”. Lá as crianças recebem seus capacetes de obra Hot Wheels e são levadas para a outra estação, uma oficina para construírem conexões de pistas com rampas, lançadores, impulsionadores e curvas radicais.
 
Serviço:
Exposição Barbie a Bordo e Conexão Hot Wheels

Data: 04 a 21 de setembro

Horários: domingo a sexta, das 14h às 20h. Sábados das 11h às 20h.

Local: Shopping Iguatemi Brasília (Praça Central)

Gratuito (mediante retirada de senha)

Informações: 3577-5000


bjim, 
Cidália

Meu filho faz Kumon

Um comentário
Dia desses, uma amiga aqui do trabalho ficou admirada porque colocamos nosso filho (5 anos) no Kumom. "Nossa! Ele é pequeno demais para isso", ela disse.

Então, quando meu pequeno completou 4 anos decidimos colocar ele no Kumon porque queríamos que ele adquirisse disciplina e concentração nos estudos. Ora, em algum momento da vida vamos precisar estudar durante 8 ou 10 horas por dia para passarmos em alguma prova (vestibular, Enem, concurso público). E essa disposição não se adquire de uma hora para outra. Eu mesma senti muita dificuldade quando tive que estudar 10 horas por dia... é duro. Não que eu queria que meu pequeno passe tanto tempo estudando hoje, claro que não, mas ter disciplina para estudar é fundamental para qualquer bom profissional do futuro (e de hoje também).

O método (vou me restringir às crianças, ok?) consiste em levar um pouquinho de tarefa para fazer em casa todos os dias. São 5 folhinhas (em média) com exercícios similares que ensinam os pequenos a contar e a ‘desenhar’ os números (ele ainda não chegou na fase das continhas). Ele faz tarefa de domingo a domingo, vai ao Kumon 2x por semana e, quando não vai, leva tarefa para casa. A ideia é treinar um pouquinho todos os dias, é assim que a criança adquire o hábito de estudar, a disciplina de estudar um pouco todos os dias. É uma questão de se habituar a treinar todos os dias...

Depois que ele entrou no Kumon, descobrimos que o método também proporciona o autodidatismo, isto é, com treino e persistência a criança aprende a estudar sozinha. Achei fantástico isso! Meu filho faz de matemática e já vi progressos largos na escola regular. No início queria colocá-lo em Português e Matemática, mas fui orientada pela Sônia (coordenadora da unidade) a colocar em uma única disciplina porque ele tinha 4 anos (na época) e ia ficar com muitas atividades no contra turno.


Para nos ajudar a compreender melhor o método, conversei com a Orientadora do método Kumon - unidade do Sudoeste (Brasília - DF), Sônia Maria Rosa Grande.

Pra quem é mãe (Pqm):
Qual é de verdade a finalidade do kumon? Que ganhos reais ele oferece para uma criança?

O Kumon tem por objetivo desenvolver o potencial do indivíduo, as crianças que se desenvolvem  no método tem  uma postura mais concentrada e responsável.

Pqm:
Existe uma idade mínima para começar? Qual a idade que uma criança pode começar a fazer?

Não há idade mínima. As crianças que sabem contar até 10 já podem iniciar os seus estudos.

Pqm:
Uma criança ainda não alfabetizada pode fazer Kumon de português, por exemplo?

À partir de setembro de 2014 serão utilizados novos materiais que visam atender aos não alfabetizados, inclusive adultos e alunos especiais.

 Pqm:

Quanto tempo dura em média uma disciplina?

O Kumon é dividido em estágios e cada disciplina tem seu programa específico. O tempo de duração é variável, depende do ritmo de cada aluno.

Pqm:
A maior parte dos pais que inscrevem seus filhos no Kumon buscam o quê?

Muitos pais confundem o Kumon com reforço. Na entrevista inicia com os pais deixamos claro que o foco é outro.

Pqm:
Como funciona o método? E o material?

O Kumon solicita aos pais que permaneçam pelo menos durante um ano, com duas aulas semanais e deveres diários. O material é desenvolvido por especialistas do método Kumon e é o mesmo utilizado em 48 países. Só o material de Língua Pátria é exclusivo do Brasil.

Pqm:
Na sua avaliação, o Kumon ajuda ou atrapalha no rendimento escolar? Por quê?

Depois de 20 anos como orientadora afirmo, sem sombra de dúvida, que os alunos que fizeram o Kumon com seriedade são muito bem sucedidos.


Pqm:
É correto afirmar que o método estimula o autodidatismo? De que maneira?

O lema do Kumon é desenvolver o potencial através do autodidatismo. Os alunos vão avançando no material didático e muitos ultrapassam os conteúdos da série escolar, aprendendo apenas com os exemplos do material.

Pqm:
Crianças com necessidades especiais podem estudar lá?

Sem dúvida! Na unidade do Sudoeste temos alunos com necessidades especiais com excelente aproveitamento.


Pqm:
O Kumon serve como um complemento para a escola?

Nós atendemos milhares de escolas ao redor do mundo. Como o nosso objetivo é o desenvolvimento do potencial, qualquer linha pedagógica é bem atendida.

Pqm:
De que maneira o Kumon ajuda na escola?

Tornando o aluno mais concentrado, com maior capacidade de execução de tarefas, desenvolvendo a verdadeira autocorreção e trabalhando os conteúdos desde a base.

Pqm:
Meu filho não é muito concentrado, o Kumon pode ajudar?

A concentração pode e deve ser desenvolvida, inclusive nas atividades de lazer. Dificilmente o  a criança se desconcentra no videogame, porque não ensiná-la nas atividades de estudo.



A Sônia é um amor, né? Faz toda a diferença, viu? Recomendo.

Bjim,
Cidália

*Este post não é publieditorial