Como fazer meu pequeno beber água?

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Moro em Brasília e aqui há épocas muito secas e épocas muito-muito secas, então o consumo de água deve ser reforçado, especialmente para os pequenos. Mas como fazer seu pequeno beber tanta água (ou pelo menos o mínimo)?

Os meus experimentaram água antes do suco. Quando eles começaram a comer papinha, sempre dei água durante as refeições. Dizem que para os adultos beber durante as refeições faz a barriga crescer, mas confesso que não tive essa preocupação com meus filhos. Minha preocupação maior era fazer com que eles gostassem de água. Então oferecia água durante as refeições para ‘ajudar a descer a comida’, com se diz na minha terra.

E assim eu comecei. Depois que percebi que eles apreciavam ‘o gosto’ da água, introduzi o suco (sem açúcar!). Se você não fez isso desde cedo, ainda dá para pegar essa dica e aproveitar, mesmo seu filhote estando maiorzinho.

Agora, como manter esse bom hábito sem ter que oferecer pontualmente água para eles? Sim porque o filtro e os copos ficam em lugares altos e todas as vezes que queriam água iriam ter que pedir para alguém. Isso tudo dificulta o acesso à água. E crianças nunca se lembram de pedir para tomar água (prefere brincar), a não ser quando a coisa está feia mesmo.


Então passei a deixar em um lugar que eles alcançassem (escolhi perto dos brinquedos) e bem visível aos olhos deles uma garrafinha com água, modelo squeeze mesmo. Assim todas as vezes que eles passavam pelos brinquedos, viam a água e, se quiserem, bebiam!


Meus filhos têm dessas
Isso proporciona mais independência para eles, porque não precisam requisitar um adulto quando querem água, e eles bebem mais, porque passam, olham, lembram e acaba bebendo.

Com isso, eu evito que eles bebam água de maneira pontual. Quando eu digo que lá em casa eu não ofereço água para os meus filhos ninguém acredita. Na verdade, não preciso oferecer, eles sempre a têm à mão. Meu trabalho é manter as garrafinhas limpas e cheias.


 Xero,
Cidália


Caixa de colagem

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Essa é outra ideia que acho fantástica e queria compartilhar com vocês.

Um belo dia de frio e chuva não tinha absolutamente nada para fazer com as crianças em casa. Foi ai que tive a brilhante ideia de fazer uma caixa de colagem. É bem simples: você pega uma caixinha bem bonita (no meu caso forrei essa aí da foto com papel contact) e coloca tudo que elas podem precisar para fazer uma bela colagem. 

Na minha caixa tinham: 
  • Cola colorida, branca e com gliter
  • Palito de picolé
  • Palito de fósforo
  • Clips coloridos
  • Recortes de jornal (frutas, pessoas, letras, animais, formas e tudo mais)
  • Tesoura
  • Durex
  • Aqueles recortes feitos com furadores fofinhos
  • Folhas coloridas
  • Botões
  • Feijões, milho de pipoca
Daí eles se esbaldam na criação. Claro que com o tempo, e as chuvas, fui inserindo aos poucos itens novos para as colagens. Na primeira vez, usei o que tinha em casa mesmo.




Eles também usam giz de cera e muitas folhas em branco para soltarem a criatividade (gosto de usar as folhas A3 porque são maiores). Costumo cobrir a mesa (no chão faz meleca demais) com uma folha de papel parto ou um saco de lixo limpo e aperto.




Depois de tantas folhas coladas, desenhadas e caprichadas faço sempre uma exposição de artes, literalmente. Em uma parede de destaque da casa, fixo as ‘obras’ (depois de secas) com fita crepe (para não estragar a pintura na hora de retirar) e fazemos um lanche para comemorar! Elas adoram.

Varal criativo
Deixo as obras expostas por 1 ou 2 semanas... as crianças se sentem valorizadas. Mostram para todas as pessoas que vão nos visitar. Também já fizemos as obras e convidamos os avós para o ‘lanche artísticos’, um sucesso!

Depois as caixas de colagem (fiz uma para cada um) ficam lá na mini biblioteca que montei para eles, sempre ao alcance para quando quiserem criar novamente.

E ai, gostou? Experimente também!

Xero,

Cidália

Cintas pós parto

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Devo usar cinta depois do parto? Qual a melhor cinta?

Olha gente, não sou médica nem nada (e consulte o seu antes de mais nada), mas eu acho super válido usar uma cinta. Vou contar o como foi para mim.

Usei cinta nos três primeiros meses das minhas duas gestações. E achei sensacional. Primeiro porque quando eu saí da maternidade, minha barriga não voltou logo a ser como antes, demorou para abaixar. Fica um buraco, um vazio lá dentro. E a cinta ajudou muito, não tinha a sensação de que a barriga ia cair, sabe? 

Além disso, como estava um vazio lá dentro, eu não tinha muita segurança em fazer os movimentos e a cinta bem apertadinha me proporcionou maior mobilidade.

E usei bem apertadinha mesmo. No início incomoda um pouco, mas você se acostuma rapidinho. Não sou especialista, no entanto achei que minha barriga voltou ao tamanho normal mais rápido, quando me comparei com minhas amigas que optaram por não usar.

Preto no branco: dá mais trabalho (tirar e colocar toda hora – não usava para amamentar, por exemplo, porque era desconfortável), incomoda um pouquim, aperta mesmo, mas depois dos três meses você vê que sua barriga já está como antes. Fabuloso! E nem é tanto tempo assim, não é? São 3 meses pra você ter a barriga no jeito que era antes para o resto da sua vida, não vale à pena o sacrifício? Pornto, vou usar a cinta e vou ter barriga de tanquinho. Não, né gente! Sua barriga vai voltar a ser como antes, mas cá entre nós, ainda assim precisamos continuar cuidando da alimentação e fazendo atividade física. A cinta é boa, mas não milagrosa.

Que cinta usar? Primeiro comprei aquela cinta com colchetes (fotos abaixo) para fechar nas costas e/ou no meio das pernas, mas quando fui experimentar não consegui fechar aquele negócio sozinha. Achei muito difícil: tinha que me abaixar e estava cheia de pontos (doía), não via os colchetes entre as pernas para poder fechá-los, olha uma complicação.

Não gostei desse tipo

Não gostei desse tipo

Foi ai que trocando figurinhas (para variar) com uma amiga, ela me indicou uma cinta utilizada para o pós-operatório de quem faz abdominoplastia. Essa aí:

Olha como é o velcro


Você pode regular até onde conseguir

Ela é toda de velcro e não tem colchetes. Isso facilita muito nossa vida de mulher-cheia-de-pontos (tive duas cesárias) porque basta achar o ponto que você quer e grudar. Outro aspecto excelente é que ela pega apenas a barriga, nada vai entre as pernas, não tem alças, uma facilidade para o corre corre que é amamentar e fazer as outras coisas. 

Percebi que quanto menor a cinta, mais fácil de você poder colocá-la sozinha e mais fácil de usar. Não sei vocês, mais me dá uma preguiça de usar essas coisas difíceis de colocar, de tirar, de lavar, afff... prefiro sempre às mais práticas (quando elas existem). Como disse, não sou médica, mas se tivesse que recomendar uma cinta por boa experiência pessoal, indicaria essa.

Comprei-a numa loja que vende produto pós-operatório mesmo (pra quem está em Brasília, encontrei na rua das farmácias, 102 Sul). Não achei cara (custou uns 70 reais em 2009), e comprei uma para cada gravidez. É que o velcro vai perdendo o poder de ‘grudar’ com o tempo, rs. 

O chatinho dela é que pega um pouco na parte de baixo do peito porque vai subindo com o passar do dia e dos seus movimentos. Por isso tirava para amamentar. Também não dormia com ela, recomendação médica. E às vezes ficava incomodando bem próximo dos pontos, na parte de baixo.

É isso meninas, ajudou? Espero que sim.

Tem dúvidas? Escreve pra mim. 

Xero,
Cidália 

Como amamentar?

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Outro pavor da mulherada quando fica grávida, né? Para algumas mulheres é mais difícil mesmo, dói, o peito racha, arde, sangra. Mas isso tudo pode ser evitado porque, muitas vezes, estamos fazendo alguma coisa errada. Fiz alguns posts aqui no blog sobre esses temas. Dá uma lida pra ajudar.

Neste post vou tratar de como amamentação. Minha experiência foi muito tranquila, apesar de sempre ter amamentado menos do que eu gostaria. Nunca tive muito leite. Comi canjica, milho, 30 litros de água, mingau e aveia tudo que todos dizem que é bom pra produzir leite, e nada! Ok, descobri que há mulheres que são assim mesmo. Meu filho amamentei até os 3 meses, minha filha até os 5 meses. Queria ter ido mais longe, mas não deu.

Apesar de pouco tempo, aprendi muitas lições. Aí vão elas:

1. Onde amamentar? Recomendo que em um lugar tranquilo. Dar de mamar pra um bebê no meio da cozinha com todos conversando alto, gritando e com cheiro de comida não é nada agradável. O bebê (e você também) pode ficar irritado e, com isso, mamar menos. Não é frescura, um lugar calmo faz mesmo a diferença.

2. Preciso de uma cadeira de amamentação? Olha, precisar, precisar você não precisar, mas recomendo.

A minha era uma dessas
 É muito desconfortável você amamentar na cama, por exemplo. Suas costas vão doer rapidinho porque você ficará muito curvada para frente. Essa inclinação para frente toda  mulher já faz naturalmente para dar o peito, mas com a cadeira você fica mais confortável, consegue relaxar os ombros e ainda tem o apoio para os braços (fundamental e que na cama você não tem). Lembre-se também de que você passará horas amamentando, um pouco de conforto nesse momento gostoso é fundamental para não ficar toda quebrada depois, né? Acho tão importante que, como não tinha espaço pra uma cadeira no quarto do meu filho, coloquei-a na sala. Recomendo fortemente.

3. Preciso de uma almofada? É bom, viu? Você vai precisar levar o bebê até o seu peito, e não o peito até o bebê. 

Com a almofada você não sobrecarrega seus braços com o peso do bebê. Parece levinho, mas com o tempo cansa! Quando você tiver mais prática, e o bebê estiver maior, talvez você nem precise mais das almofadas, porque será mais fácil para ele alcançar o seio. Facilite sua vida, à vezes um recurso como este faz toda a diferença em você ter uma boa e uma má experiência com a amamentação. Usei aquelas em formato de meia lua, tipo essa daqui:

Ela é boa porque o bebê fica bem encaixadinho.






4. Em que posição o bebê deve ficar? Para que a amamentação dê certo, o bebê precisa abocanhar uma boa parte do seio, não só a pontinha. Ele terá que estar com a cabeça ligeiramente inclinada para trás, assim o que se aproxima antes é o queixo dele, não om lábio superior.

Antes de colocar o bebê no peito, dê uma "molhadinha" no seu bico e na aréola com seu próprio leite. Assim, quando os lábios do bebê encostarem no seu peito, por reflexo ele automaticamente abre o bocão.

Quando aproximar o bebê, com a cabecinha um pouco inclinada para trás, e ele abrir a boca, coloque-o rapidamente no peito, lembrando-se de posicionar o lábio inferior a uma boa distância da parte de baixo do mamilo. Se precisar, ajude-o a abrir um bom bocão puxando um pouco o queixo dele para baixo, com delicadeza. Usei muito essa puxadinha e funciona mesmo. Se ele estiver mamando errado, dá essa puxadinha que você vai sentir um alívio na hora da dor. Você pode fazer isso mesmo que ele já esteja mamando, para entrar mais peito ainda na boca dele.

O bebê fica com a boca de peixinho, ou seja, com o lábio de baixo "enrolado" para fora. Dessa forma a sucção é muito mais eficaz.

Bico de peixinho

Veja que na foto os lábios do bebê estão bem abertos e a auréola quase não está aparecendo. Assim é só prazer na hora de dar o peito.

Para mim, tudo isso fica muito mais fácil quando você tem uma cadeira para amamentar e uma almofada.


5. Em que posição EU devo ficar? Não é apenas o bebê que tem de se sentir bem na hora da mamada, a mãe também. Há várias posturas bacanas, experimente todas e escolha a melhor para você.

Note os pontos amarelos

http://giovannacarvalho.wordpress.com

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http://giovannacarvalho.wordpress.com

http://giovannacarvalho.wordpress.com

http://giovannacarvalho.wordpress.com

6. Dicas de outro:

• Deixe sempre um copo de água ao alcance da mão para não ter de interromper a mamada. Dar de mamar dá muita sede;

• Traga o bebê até a mama em vez de levar a mama até o bebê;


É isso, espero ter esclarecido um pouquinho.


Xero,
Cidália


p.s.: 1. Fontes: brasil.babycente.com.br.
        2. Lembre-se sempre de consultar seu médico para mais detalhes, ok?


Organizando as pilhas

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Olha que ideia incrivelmente simples para nunca mais termos que procurar (e não achar) pilhas para colocar nos brinquedos. 




Tenho o bico do meu peito invertido? Vou conseguir amamentar?

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Pense no tanto de gente que me pergunta isso? Então, vamos esclarecer! Como disse em outros posts, nunca tive problemas com meu bico. Mas até eu saber disso, li tudo que eu pude até saber identificar que tipo de peito eu tinha. Vou resumir para vocês.

Podemos classificar os bicos/mamilos em três tipos:

  • Normal ou Protuso: são os bem pontudinhos e para fora;
  • Plano: não fazem o biquinho e ficam no mesmo plano que a aréola;
  • Invertido: é quando o bico parece entrar no seio, fica lá no fundo. Pode ser que quando bebê sugue ele saia.


Imagem: Acalento

Cada mulher tem um bico de peito de um jeito e nenhum deles atrapalha a amamentação. Isso porque o leite é produzido normalmente nas glândulas internas e levado até o bico dos seios. Para que o leite saia, o bebê precisa fazer a pega correta, fazendo pressão na aréola. Veja aqui um post que fiz sobre a pega. Quando o bebê abocanha o seio, ele faz o formato do bico dentro da boca, encaixando-se perfeitamente. É assim por dentro:

Imagem: babycenter.com.br

Esse movimento de formação do bico dentro da boa independe do formato do bico do seio e está muito relacionado à pega correta.

É verdade que quem tem o bico do seio plano ou invertido pode ter maior dificuldade no início da amamentação. Mas o que pode acontecer também para quem tem o bico protuso. Não existe regra. O que precisamos ter é paciência (vocês estão aprendendo a dar de mamar e seu pequeno a mamar) e persistência (não desista depois de apenas 20 tentativas - sim, 20 tentativas! -, vale a pena e pode demorar um pouco mesmo pra vocês pegarem o jeitinho da coisa).


Preto no branco: não acho que compensa contratar uma enfermeira para te ensinar a fazer a pega direitinho. Primeiro porque você só sairá da maternidade quando o bebê já souber mamar (e você amamentar) e segundo porque elas te ensinam isso enquanto você está no hospital (então pergunte até aprender). Você é a única pessoa que saberá dizer se está tudo bem ou não: doeu? Tente outra vez. Não doeu? Você está no caminho. Confie em você. Vai conseguir, tenho certeza!

Xero,
Cidália

A pega do bebê

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Não tive nenhum problema com a pega dos meus bebês. Meu peito nunca rachou, assou ou ardeu. No início (claro!) você sente um incômodo, mas é porque você não está acostumada.


Também nunca preparei meu peito: tomar sol, passar bucha, pomadas, etc. Não fiz nada disso. Explico aqui o que fiz para meu peito não rachar.


Mas uma coisa que com certeza doía era quando meus pequenos pegavam de maneira errada no bico do peito para mamar. Nossa, doía muito. Sentia uma ardência quando o bebê sugava. Na minhas leituras, descobri que essa sensação de ardência se dá por que o bebê está chupando seu peito de maneira errada. Ele está com a pega errada como se diz.


O correto é quando a boca do neném está bem aberta, que envolve toda sua auréola. Normalmente os bebês fazem o bico de peixinho, um biquinho bem pequeno que abarca apenas o bico do peito. Isso dói! E muito. Veja aí a comparação entre as duas pegas:





O melhor jeito de saber se a pega está certa é ver se está doendo. Se estiver doendo, é sinal que a pega está errada, e é preciso começar tudo de novo. Senão, o bebê pode acabar fazendo muita força para mamar e mesmo assim não sai leite suficiente. Ele não ganha peso e ainda machuca seu peito.

A gengiva inferior da criança nunca tocará o seu seio, porque a língua estará entre os dois, e a parte de cima da boca dele não deve se mexer, só a parte de baixo (por isso é possível continuar a amamentar mesmo depois que seu filho já tenha dentinhos).

E, por fim, paciência meninas! É difícil mesmo no começo. Lembre-se que você está aprendendo a amamentar e seu está aprendendo a mamar.

Escrevam perguntado mais, ok? Adoro responder vocês. Xero...





p.s.: escute  e recorra sempre ao seu médico, ok?


Xero,
Cidália

O que eu fiz para meu peito não rachar

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Gente,

Essa é uma dica que peguei em um dos livros que li durante a gravidez. É tão simples quanto eficiente.


Para seu peito não rachar basta você passar no bico do peito aquela gotinha de leite que sempre cai depois que você amamenta. Simples assim! É a melhor prevenção que você pode fazer. Meu peito nunca rachou.


Posso usar pomada? Pode! Mas você vai ter tirá-la toda vez antes de dar o peito para o bebê, caso contrário o neném vai chupar a pomada também. E na pressa, com o bebê chorando pode ser que não dê tempo.

Não precisei pegar sol no bico do peito, passar bucha para deixa-lo mais grossinho, nada disso. Passava apenas o meu próprio leite e funcionou para mim.



p.s.: essa é apenas uma dica que funcionou para mim e que pode funcionar para você, mas escute  e recorra sempre ao seu médico, ok?
Um xero,

Cidália

12 alimentos que devem ser evitados no 1º aninho

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Gosto muito de fuçar na internet para ver as dicas legais que outras mães estão comentando. Dessa vez achei uma matéria bem legal publicada no blog Maternidade Colorida, da Paola Preusse.

O texto trás 12 alimentos que devem ser evitados no 1º aninho. Confira.

Minha experiência foi:

Com os meus pequenos evitei açúcar e farinha branca até 1,5 anos. Ou seja, nada de bolachas, bolos, doces, balinhas, etc. Minha intensão não era outra a não ser desenvolver neles um hábito alimentar saudável. Se logo de cara desse suco com açúcar, bolacha maisena, achocolatados ou frituras eles sempre iriam preferir esse tipo de alimento ao suco natural, às carnes gralhadas ou com molho, às frutas ao invés da bolacha. E deu certo: meu filho pede para levar brócolis e coxinha de frango de lanche para a escola.



Com minha filha foi mais difícil, consegui mantê-la longe dos bolos e doces até 1 aninho apenas. Isso porque o irmão já comia essas coisas e ficou difícil segurá-la (dava pra ele e não iria dar pra ela? :( ). Mas também vi bons resultados, ela adora frutas (mas, como toda mulher, adora um chocolate também, rs).

Como eu fiz? Como só apresentei esses alimentos para eles depois dos 1,5 anos, eles não sabiam o gosto da bolacha maisena em detrimento da espiga de milho, por exemplo. Dava a espiga para poderem coçar os dentinhos que estavam nascendo. É uma excelente alternativa para a bolacha. Temos que buscar essas alternativas possíveis e fácies de fazer no dia a dia, nada muito complicado. Se você evitar os alimentos desde o início, fica mais fácil. Agora se não deu para fazer isso, vá tirando o açúcar do suco aos poucos (se usa 2 colheres, passe a usar 1 e depois nenhuma). Substitua os biscoitos e bolos por frutinhas ou brócolis/couve-flor (para chupar). Sempre substituir por frutas, temos tanta variedade que não dá para o pequeno enjoar. 

Percebi que dá sim para evitarmos certos alimentos durante o primeiro aninho. Não afeta a formação dos dentes e você acaba não acostumando mal o paladar do pequeno.


Preto no branco: você fica com a fama de má. Sim porque metade do mundo me criticava quando eu não dava nem uma balinha para eles. ´Tadinhos´, diziam. Depois que eles cresceram com hábitos bacanas foi que esse pessoal percebeu o quão importante foi a minha opção. Foi nessa época que ganhei a fama de general. Valeu à pena, rs! 



Como agir em caso de afogamento com leite ou alimentos?

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Pessoal, achei essa dica sensacional. Ultimamente tenho pensado bastante nessa questão de segurança. E como acredito que atraímos as coisas para nós, acabei me deparando com essa imagem bem didática que explica o que fazer quando (ou se) seu bebê engasgar.

                                          

Isso vale para crianças maiores também. Ouro dia meu filho engasgou com um pedacinho de carne em um restaurante (pense no meu desespero), fizemos essa manobra e funcionou.

Bacana, não?

Xero,
Cidália

O que eu li durante a gravidez

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Sempre quis me preparar pra ser mãe simplesmente por uma única razão: medo! E se ele se engasgar, o que eu faço? Tenho mesmo que ser cortada durante o parto? E a anestesia, dói mesmo? E se ele acordar de madrugada, faço o quê?

Não tinha a menor ideia de como responder a essas perguntas. Então comecei a estudar. Li 18 livros durante a primeira gestação e recomendo um pouco de leitura. A informação é uma arma valiosa. Recomendo que você faça as leituras que você pode com o tempo que tem e que irão tirar suas dúvidas. Eu tive muitas, por isso li muito, mas cada um no seu ritmo.

O que percebi foi que as leituras me deixaram mais segura e se alguma coisa daquelas acontecesse eu já saberia o que fazer pra, pelo menos, não piorar a situação até eu chagar ao hospital mais próximo. 

Acho que é por isso que nunca tive medo da responsabilidade de ser mãe: porque sabia o que me esperava e me preparei para aquilo. Claro que ainda tem um montão de coisas que ainda não sei (sempre fui ao pediatra com uma lista de perguntas enorme na mão), mas já me sentia mais segura com o pouco que sabia.

O que eu li? Praticamente de tudo: sobre parto (natural, humanizado, cesárea), a hora de todas as coisas que você pode imaginar (dormir, comer, dar banho), o bebê e cada semana da gestação, amamentação, alimentação, dicas na net de como preparar o enxoval, vacinas e por aí vai.

Durante a gravidez foi bem importante eu ler sobre o parto. Sabia o que ia acontecer com meu corpo e com o do meu bebê durante o parto. Entendia o que era e pra que servia a ocitocina, a episiotomia, com quantos centímetros o neném nasce, de quanto em quanto tempo viriam as contrações, o que fazer no durante elas, etc.

Depois que ele nasceu, vi a importância dos livros que falavam sobre as ‘horas’ (de dormir, de comer, de dar banho), sobre a alimentação, amamentação e rotina. Sabia o que fazer pro meu seio não rachar, por exemplo (posso fazer um post rapidinho sobre isso também).

Como hoje eles já estão mais grandinhos (5 e 2 anos) estou lendo mais sobre disciplina, educação, rotinas de tarefas de casa, essas coisas.

Pra encurtar a história, fiz um resuminho de 4 livros legais que li e que recomendo.




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                                                        *******





Um xero.


P.s.: A ideia deste post surgiu de um 'zap zap' que troquei com uma grande amiga que está grávida de 4 meses. Por isso dedico este post a ela e a todas as outras Fês gravidinhas.

Rotina rápida de limpeza da casa

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Quem nunca se perdeu no meio de tantas tarefas: casa, trabalho, reuniões, filhos, diaristas, blá, blá, blá. Então, de uns tempos para cá descobrir que a organização e o planejamento são dádivas para fazer você conseguir fazer bem mais coisas do que você se acha capaz. Li em algum lugar que a primeira coisa que te ajuda de verdade a se organizar é fazer listas! Me identifiquei na hora porque adoro uma lista, anoto tudo que tenho para fazer: compromissos, planos, lista de desejos, tudo, tudo mesmo. Embarquei nessa onda... resolvi fazer listas para facilitar minha vida tão agitada.

Estava muito cansada de ter que deixar anotado tudo o que gostaria que minha diarista fizesse todos os dias, isso tava me cansado demais.

Parêntese...
Aliás, essa é dica da dica: compre um caderno para você e sua diarista. Acredite, dá um trabalhinho, mas vale apena e melhora sua comunicação com ela. Anote nele todas as tarefas que gostaria que ela deixasse pronta naquele dia. Isso tem muuuitas vantagens: você escolhe quais dias serão limpos determinados cômodos; você não precisa ligar do seu trabalho para passar as instruções do dia (me sinto constrangida de falar desses assuntos no meu trabalho); você não precisa esperar ela chegar para conversar e ela não tem como esquecer do que você pediu para fazer. 
Fecha parênteses...

Mas um dia você cansa de ter que anotar sempre as mesmas coisas. E esse dia chegou para mim. Então resolvi fazer uma rotina semanal das tarefas de limpeza que ela deveria seguir todos os dias. Se-sa-ci-o-nal! Sei que não descobri a pólvora, que muitas mulheres já fazem isso, mas eu não fazia. E foi uma libertação, juro!

Resolvi dividir as tarefas por cômodos: em cada cômodo descrevi o que a diarista deveria fazer e a ordem das tarefas também. Por exemplo, todas as segundas ela fará exatamente as mesmas tarefas e, assim, tenho um cômodo da casa sempre limpa sem ter que anotar tudo todos os dias e sem sobrecarregar a diarista.

Cada dia da semana priorizei uma limpeza mais ´pesada´ em determinado cômodo para não concentrar tarefas demais um dia só. Procurei balancear tarefas mais leves com as mais pesadas.

Com isso, consegui programar os dias de troca de lençóis de cama, de toalhas de banho, a lavagem do banheiro, do tapete, definir o horário de servir o almoço, tudo! Claro que ainda deixo uma coisa ou outra anotada no caderninho (não o abandonei), mas anoto bem menos itens hoje em dia. Essa pré-definição de tarefas também ajuda o trabalho da pessoa que está te ajudando porque ela já sabe o que deve fazer naquele dia. O que mais anoto hoje está relacionado à comida e essas coisinhas que sempre aparecem de última hora.


Poderia dizer que a maior vantagem que vi nisso é que pude planejar a limpeza de cada cômodo da casa uma única vez. Sei que as tarefas são feitas e não tenho mais que me preocupar com isso. Se você quiser baixar a rotina de tarefas que fiz lá para casa, clique aqui. Lembrando que essas tarefas funcionam para mim, adapte essa rotina para suas necessidades, certo?

Meus próximos passos nesse quesito são:
      um) fazer um cronograma da tarefas que não precisam serem feitas todos os dias, mas sim uma ou duas vezes a cada mês, como limpar geladeira, janelas, armários, tirar as roupas do armário para arejar, essas coisas;

      dois) fazer uma cardápio semanal para definir melhor as refeições.

Assim que fizer e testar tudo isso, volto ao assunto e conto para você como foi. Com todas as dicas, é claro!

E você, como faz para se organizar com sua diarista? Farei uma seleção das melhores dicas o postarei como ´parte 2´ deste post.

Um xero,
Cidália