Natação desde bebê

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Muitos são os especialistas que afirmam que a natação desde bebê é um benefício e tanto para os pequenos. Dentre eles posso citar:



"Esse esporte contribui para desenvolvimento do ser humano integral, nos aspectos cognitivo, emocional e social. Também é incontestável a eficácia e a eficiência da natação para a melhoria do aspecto físico e da postura essenciais para o desenvolvimento motor do bebê"

"Crianças iniciadas em um programa de adaptação ao meio líquido em idade pré-escolar têm um rendimento mais satisfatório em seu processo de alfabetização"

Este post é para dividir minha experiência pessoal com isso, até porque não sou médica nem nada, né? Bom, meus pequenos fazem natação desde 8 meses e eu só vi benefícios. Eles sempre fizeram natação no sábado pela manhã. No início achava a frequência muito baixa (1x por semana), mas era o único horário que eu podia, então era melhor do que nada. Com o tempo, e a evolução dos treinos, dei valor a essa veizinha por semana porque deu bons resultados.

Eu dividiria a natação em duas fases: até mais ou menos 2,5 anos, quando a criança faz natação acompanhada de um adulto na piscina, e depois disso, que é a natação propriamente dita, ou seja, eles vão aprender a nadar.

Bem no comecinho da primeira fase o que achava mais legal era o fato de eles chegarem em casa mortinhos de cansaço e, depois do almoço, dormiam que só. Mas depois de algumas comparações com outras crianças que não faziam natação (e comparações são fatais, não recomendo), percebi que eles se equilibravam melhor, se sentiam mais seguros perto ou dentro da água, tinham um melhor controle da respiração, e, especialmente, não tinha medo de água. Depois comecei a observar que muitas crianças, apesar de gostarem e quererem entrar na piscina, têm mesmo, muito medo. Os pequenos que fazem natação desde cedo não têm esse medo. Quando se começa a nadar mais tarde um pouquinho, depois de 1 aninho, também há um certa resistência no início, mas passa logo. O exemplo dos outro coleguinha ajuda muito. Depois isso é só alegria porque, nunca vi, criança adora água.

Na segunda fase, quando eles entram sem o adulto, é aí que eles começam mesmo a fazer aqueles exercícios para aprender a nadar mesmo: usam a prancha, fazer crawl na borda, aprendem a respirar, a movimentar corretamente os braços e pernas, essas coisas. Claro que no meio disso tudo tem muita música e brincadeiras, afinal são crianças. Mas é aquela brincadeira bem lúdica, sabe?

Fiz algumas viagens e pude percebe, na piscina dos hotéis, como é importante uma criança saber nadar, ou pelo menos saber como não se afogar. Vi muitos pais passando o maior aperto, sempre ao lado do filho na piscina, dizendo ´só entra se o papai entrar´, a criança cheia de boias. Não é porque seu filho faz natação você pode deixa-lo sozinho na piscina, não! Sempre alerta, até porque ele está começando nessa vida de nadador. Mas você sente que a criança está à vontade dentro d´água e segura também porque ela sabe o que fazer e quais são seus limites naquela piscina. Ela não tem mais medo da água, e sim respeito por ela. Com a natação, o pequeno desenvolve certo senso de responsabilidade de si mesmo, do seu espaço, dos seus limites e isso dá um pouquinho de independência para eles e para nós, pais. Mas é claro que nunca tirei os olhos de um filho meu dentro da água, mas sei que ele pode ir até o meio da piscina sozinho e voltar sem problema algum.
Então, mazinhas de plantão se seu pequeno ainda é um bebê, recomendo fortemente que o matricule na natação. Se ele é maiorzinho também. Antes tarde do que nunca, e esses meninos pegam tudo rapidinho você vai ver os benefícios.

Antes de terminar o post, queria dizer uma coisa por assim dizer, ´politicamente incorreto´: cansa muuuito!! Há cinco anos faço natação todos os sábados pela manhã: primeiro com o mais velho (que já está na fase de entrar sozinho) e agora com a mais nova. Pra falar a verdade estou até enjoada já. Mas não largo o osso. Vi os benefícios que a natação trouxe ao meu mais velho e quero fazer o mesmo com a pequena, mas que nem tão cedo vou me matricular numa aula de natação para mim, ah, isso sim! Rs.

Espero ter ajudado, um xero,

Cidália

Escolhendo a escola

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Como escolher uma boa escola?

O que devo observar?

Estas foram algumas perguntas que me fiz quando fui escolher a escola do meu filho mais velho (minha pequena fica na creche do meu trabalho). Então o que eu fiz? Entrei na internet e procurei um monte de escolas. E o que acontece? Me perdi mais ainda... são inúmeras opções, várias atividades extras, infraestruturas excelentes, mas, depois de muita pesquisa, desenvolvi um método relativamente simples e fácil para achar uma boa escola. Vamos por passos:

1. Defina os critérios que são importantes pra você. Quais atividades você gostaria de ver na escola do seu filho (esportes, artes, inglês)? Qual o horário de entrada e de saída? Tem atividades extracurriculares? Quero uma escola religiosa? É respondendo a perguntas desse tipo que você achará os critérios importantes para você. Anote-os em um papel e aí sim você entrará na internet para saber quais escolas oferecem o que você procura (procurei primeiro nos sites para depois ir à escola mesmo). É claro que pesquisando você poderá mudar de ideia com relação a um critério ou criar um novo. É assim mesmo. No meu caso, criei uma planilha no excel com os critérios que eu queria e fui escrevendo os detalhes. Clique aqui e veja a planilha (retirei o nome das escolas, ok?). Os meus critérios foram:

o   localidade (perto do meu trabalho ou da minha casa)
o   Informática
o   Inglês
o   Natação (ou outro esporte)
o   Horário de entrada e saída
o   Mensalidade (claro!)

2. Entre nos sites das escolas e veja se elas possuem os critérios que você definiu. Depois disso, escolha quatro ou cinco e vá até elas para conhecer de perto as instalações, tirar suas dúvidas e fazer sua escolha final.

3. Escolha uma escola perto do seu trabalho ou da sua casa. Assim fica mais fácil no caso de uma emergência. Pense na sua rotina e como a ida e a vinda até a escola se encaixaria nela. Não adianta nada você escolher uma escola maravilhosa, mas a duas horas do seu trabalho ou casa. Vai ser muito difícil você levar e pegar seu filho todos os dias e isso vai tornar sua jornada diária muito mais cansativa. Poupe-se!

4. Veja se há o sistema de plantão na escolha preterida. É um horário antes e depois de começar e terminar a aula que a crianças ainda pode ficar na escola com supervisão das monitoras. Isso é bem importante para aqueles dias de trânsito caótico ou no caso de uma reunião se estender além do horário de saída.

5. E claro: escolha uma escola que você possa pagar. Hoje em dia quase todas as escolas particulares são de boa qualidade e, às vezes, com a diferença de valor entre uma escola bem famosa e uma não, você poderia investir em atividades extras para seu pequeno, como futebol, artes, música, ballet, kumon, línguas. Isso também fará diferença da educação dele. Avalie se esse é seu caso.

6. Converse com a coordenadora sobre a metodologia adotada pela escola. Isso é muito importante porque há escolas tradicionais, construtivistas e isso pode influenciar na sua escolha. Vou fazer um parênteses aqui... certa vez, dava aula numa escola particular aqui de Brasília, e a coordenadora estava mostrando as instalações para um pai: piscina, quadra, etc. Então ele disse: ´ok, clube meu filho já tem, agora quero sabe a respeito do seu corpo docente´. Paw! Não que a infraestrutura não seja importante, também observei isso antes de escolher, mas também temos que conhecer a formação dos professores, métodos de avaliação, essas coisas, né?

7. Comece a procurar com pelo menos 6 meses de antecedência. Como não é uma pesquisa rápida (definir critérios, entrar nos sites, fazer ligações e ir até as escolas), você precisará se programar para encaixar todas essas novas tarefas na sua rotina já cheia. E o tempo é valioso. Sem contar que sempre há as listas de esperas, a preferência para irmão de aluno. No meu caso, comecei a pesquisar em agosto, escolhei a escola no final de setembro e meu filho foi o 14° da lista de espera. Programe-se porque caso contrário será difícil achar vaga na escola que você selecionou e você precisará colocar numa outra que não te agrade tanto por falta de opção.

8. Dica: convênios: muitos colégios oferecem convênios com diversas instituições. São parcerias que dão desconto na mensalidade. Aqui em Brasília a maior parte das escolas particulares possuem convênios com órgão públicos. Os descontos na escola do meu filho podem chegar até a 15%. Vale a pena a pesquisa.

Com relação aos meus critérios, posso avaliar o seguinte:
o Localidade: optei por uma perto da minha casa. Recomendo, viu? Fortemente.
o Informática e natação: são bem fraquinhos, mas as crianças adoram. Na informática eles só jogam, joguinhos educativos, mas não me preocupo tanto porque com essa geração de tablets e iphones essa molecada saberá mais que eu logo logo. A natação está mais pra recreação do que para ensinar a nada de verdade. Se quiser mesmo que eles aprendam a nadar, é bom colocar numa aula ´de verdade´. Meus pequenos, por exemplo, fazem natação desde os 8 meses. Recomendo. Veja aqui o post sobre isso.
o   Inglês: só em 2015, não posso avaliar.
o   Horário de entrada e saída: tem aquele plantão de que falei e me quebra um galhão. Recomendo.
o   Mensalidade (claro!): justa pra mim.

E você, quais foram os seus critérios? Qualquer dúvida me escrevam, ok? Vou adorar saber mais.

Um xero,

Cidália